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sábado, 28 de março de 2015

O cardeal Gerhard Müller qualificou de anti-católicas as declarações do cardeal Reinhard Marx sobre o sínodo

infocatolica.com


O cardeal Gerhard Müller qualificou de anti-católicas as declarações do cardeal Reinhard Marx sobre o sínodo

A ideia de que as conferências episcopais possam tomar decisões doutrinais sobre o matrimônio e a família à margem do Papa e um sínodo geral é «absolutamente anti-católica». Assim o  assegurou o Cardeal Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé em uma entrevista exclusiva com a revista católica francesa Famille Chrétienne.
26/03/15


Sínodo da família
(Catholic Herald/InfoCatólica) O cardeal Gerhard Müller afirmou: «Esta é uma ideia absolutamente anti-católica que não respeita a catolicidade da Igreja. As conferências episcopais têm autoridade sobre certas questões, mas não um magistério paralelo ao Magistério, sem o Papa e sem comunhão com os demais bispos».



O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé  replicou as teses do cardeal Reinhard Marx, presidente da Conferência Episcopal Alemã, que em declarações a jornalistas assegurou que «não somos uma filial de Roma. Cada conferência episcopal é responsável pelo cuidado pastoral em sua cultura e devemos, como nossa tarefa mais apropriada, anunciar o evangelho por nossa conta». Quanto à pastoral, o cardeal Marx disse que «o Sínodo não pode prescrever em detalhe o que vamos fazer na Alemanha».

Diante disso, o Cardeal Müller, máxima autoridade doutrinal da Igreja Católica depois do Papa,  recordou que «uma conferência episcopal não é um sínodo local, menos ainda um concílio ecumênico. O presidente da conferência episcopal não é mais que um moderador técnico, e não tem nenhuma autoridade magisterial particular devido a este título».

Y acrescenta que «as dioceses não são tampouco dependentes da secretaria das conferências episcopais, nem da diocese cujo bispo preside a Conferência Episcopal».

O purpurado concluiu: «Essa atitude ameaça de fato com um despertar de uma certa polarização entre as Igrejas locais e da Igreja universal, algo fora de lugar depois dos concílios Vaticano I e Vaticano II. A Igreja não é a soma das igrejas nacionais, cujos presidentes votariam para eleger  seu chefe em nível mundial».

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